Profissionais
Antonio Augusto Reis
Áreas de atuação
Experiência
Antonio possui experiência em temas relacionados à consultoria e ao contencioso ambiental. Atua em operações de M&A e financiamento, auditorias, estruturação de projetos, processos de licenciamento ambiental, consultas e pareceres em geral. Dedica-se também à prática de ESG (Environmental, Social, Governance), pioneira no mercado jurídico brasileiro. Além disso, Antonio também atua no contencioso judicial e administrativo e na resolução consensual de conflitos, inclusive negociação de termos de compromisso e de ajustamento de conduta (TACs), representando clientes nacionais e internacionais de diversos setores, com destaque para as indústrias de energia, petróleo e gás, mineração e siderurgia, química, transportes, telecomunicações, imobiliária, saneamento e gestão de resíduos, agronegócio, papel e celulose e exploração florestal. É também membro (programme officer) do Comitê de Meio Ambiente, Saúde e Segurança da International Bar Association (IBA).
Formação
Bacharelado em Direito – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio);
Especialização em Direito Ambiental – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio);
Mestrado em Direito Ambiental (LL.M) – Pace University School of Law, EUA.
Reconhecimentos
Análise Advocacia 500 – Ambiental (2010 a 2021), Agroindústria (2014 e 2017), Bancos (2014), Comércio (2019), Energia Elétrica (2014, 2016 a 2020 e 2021), Papel e Celulose (2014 e 2019 a 2021), Petróleo e Gás (2014 e 2021), Siderurgia e Mineração (2014, 2017, 2018 e 2020), Transporte e Logística (2019) e Rio de Janeiro (2014 a 2021);
Chambers Brazil (antigo Chambers Latin America) – Environment (2012 a 2021);
Client’s Choice Award – Environment & Climate Change (2019);
Latin Lawyer 250 – Environment (2021).
Conselho Europeu aprova nova diretiva sobre relato de sustentabilidade para empresas
Assuntos:
Ibama publica plano de priorização e altera OJN sobre responsabilidade administrativa
Assuntos:
Resíduos sólidos e economia circular: novidades do primeiro semestre de 2022
Assuntos:
Susep publica norma que dispõe sobre requisitos de sustentabilidade
Governo Federal estabelece parâmetros para o mercado regulado de carbono
Número de ações ambientais contra empresas deve crescer
A falta de resultados mais concretos no combate às mudanças climáticas e os termos ainda vagos do acordo que criou, ao fim da COP27, um fundo de compensação para perdas e danos desenham um cenário propício para o crescimento da judicialização de causas ambientais no Brasil.
Clique aqui e acesse a matéria publicada no Valor Econômico.
Áreas de Atuação
STF terá atuação forte em relação às questões climáticas
O Supremo Tribunal Federal (STF) terá atuação forte nos próximos anos em relação às questões climáticas para cuidar de omissões e atuações insuficientes ou deficientes do poder público.
Clique aqui e acesse a matéria publicada no O Globo.
Áreas de Atuação
Justiça agora bate o martelo em casos de defesa do clima contra empresas e governos
Entidades que atuam na defesa do meio ambiente estão recorrendo à Justiça na tentativa de reduzir o impacto ambiental causado por governos e empresas. A estratégia não é exatamente nova. O movimento da chamada litigância climática começou nos anos 1980 nos Estados Unidos, com o objetivo de responsabilizar esses agentes pelas mudanças climáticas ou obrigá-los a implementar e cumprir ações para amenizar seu impacto.
Clique aqui e acesse a matéria publicada no Valor Econômico.
Áreas de Atuação
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